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Viva com mais energia LugarYINcomum

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Musica das Ex-feras 2

Na radiestesia é possível medir o nível de energia vital de todas as coisas. Isto é conhecido como nível biótico e pode ser avaliado em pessoas, animais, plantas, objetos e também na música.
O nível biótico é medido em uma escala Bovis.
Nesta escala tudo o que estiver entre 6.500 e 7.500 bovis estará com a energia em nível equilibrado.
Medições abaixo deste parâmetro indicaram um nível biótico baixo (baixo nível de vida). Doenças como o câncer atuam na faixa dos 3.000 bovis só para dar um exemplo.
Acima de 8.000 até cerca de 11.000 bovis teremos uma energia de grande vitalidade e excelente para a nossa saúde.
Medições acima de 11.000 bovis indicam presença de energia muito elevada possivelmente de origem espiritual, sendo mais fácil de encontrar em lugares como templos, por exemplo.
A música também emite freqüências que podem ser medidas em Bovis.
Os hindus tem no Ayurveda um método de classificação para tudo que existe dividido em 3 categorias: Tamas, Rajas e Sattwas.
Se fossemos fazer uma comparação em bovis poderiamos (de forma aproximada) dizer que Tamas (também conhecido como "modo da ignorância") estaria entre 1.000 e 6.000 bovis.
Rajas (ou ""modo da paixão") estaria entre 6.500 e 10.500 bovis. Já Sattwas (ou ainda chamado de "modo da bondade") estaria a partir de 11.000 bovis.
Músicas que são classificadas no modo da ignorância (Tamas) são em geral barulhentas e agressivas como por exemplo o Heavy Metal, Rock pesado, Funk carioca, marchas militares, Música Gauchesca (nem todas, pois algumas se enquadram mais no modo da paixão) e alguns tipos de música eletrônica como Porn Groove só pra citar. Estes estilos músicas produzem muitas freqüências sonoras que estimulam o desenvolvimento de doenças físicas, emocionais e mentais se formos expostos durante muito tempo a essas vibrações.
As músicas do modo da paixão (ou músicas rajásicas) são passionais e do tipo que desperta emoções fortes. Exemplos deste tipo de música são os estilos sertanejo, samba (nem todos por que alguns tipos são do modo da ignorância), pagode, música latina, pop rock, speed metal, música popular romântica e alguns estilos de música eletrônica principalmente as de batidas mais rápidas. Estas canções produzem vibrações que alteram o estado emocional das pessoas produzindo desequilibrios normalmente associados ao estresse.
As músicas do modo da bondade (ou modo sattwico) são calmas, alegres e suaves e produzem bons sentimentos, bem-estar e paz interior. Exemplos deste tipo de música são encontrados na New Age Music (com exceções é claro), Músicas folclóricas (mas nem todas de fato), Música erudita, Música indiana, Música tradicional chinesa e japonesa e Canto gregoriano para citar apenas alguns estilos.
Não somente a sonoridade influencia o nível biótico das músicas. A letra é um componente extremamente importante que pode, a despeito do som, elevar ou baixar a vibração de uma canção.
Um exemplo disso é a música Terra de Caetano Veloso que tem um belo instrumental de sonoridade agradável e que vibra em torno dos 7.000 bovis. Porém tudo muda em uma breve passagem onde Caetano começa a cantar: "-Quando eu estava preso..." A vibração ali cai momentaneamente para a faixa dos 3.000 bovis. Ainda que por pouco tempo isso demonstra de maneira clara a importância da mensagem na qualidade da energia da música que ouvimos.
Continuaremos a desenvolver este tema na próxima postagem.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

INVERNO

O INVERNO é tempo de recolhimento, hibernação e conservação de energia.
Segundo a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) o inverno está associado ao elemento ÁGUA que
é representado em nosso organismo fundamentalmente pelos RINS e à ele estão associados a bexiga, ossos, sangue, cérebro e órgão genitais.
Os rins são depositários da mais importante energia em nosso corpo chamada JING ou CHI ANCESTRAL. Está energia nos foi conferida como herança por nossos pais (ancestrais) e é em última instância responsável pela manutenção da vida e pela regeneração de nosso corpo físico.
Os mestres chineses acreditam que o Jing é uma energia que não pode ser renovada e quando vamos chegando mais para o final de nossas vidas o declinio acentuado desta energia nos faz envelhecer, adoecer e, finalmente, morrer quando está se esgota.
A preservação do Jing se faz crucial para nossa qualidade de vida e longevidade.
Os rins, como depósito do Jing, devem receber especial atenção ao longo de nossa existência sendo conveniente que venhamos a ter um estilo de vida que os favoreçam e preservem.
No inverno temos a melhor oportunidade de atuar positivamente sobre os rins, pois é o período em que energéticamente estes se encontram em evidência.
Este é o momento onde é importante fazer uso de ervas que tonifiquem, valorizar alimentos que purifiquem, vitalizem e regenerem os rins e, por extensão, todos os órgão à ele associados.
O inverno é o melhor período do ano para pessoas que desejam iniciar-se na prática da MEDITAÇÃO.
A natural introspecção do período nos ajuda a dar os primeiros passos nesta prática tão essencial. Quem medita fortalece os rins, e isso ajuda a preserva o Jing.
Quem é agitado e ansioso queima energia rápido demais e pode estar diminuindo seu tempo de vida ou pelo menos a qualidade com que se vai viver.
Alguns mestres taoísta defendem que a energia Jing pode sim ser cultivada.
Entre estes está o mestre taoísta tailandês MANTAK CHIA que desenvolveu um sistema de práticas que ele denominou de HEALING TAO ou TAO DA CURA baseado nas práticas chinesas
conhecidas como QI GONG ou CHI KUNG.
Praticar o Tao da Cura é uma das melhores formas de aquilatar saúde ao nosso organismo e, principalmente, regenerar a energia ancestral de nossos rins.
Assim, os cuidados do inverno passam por ervas, alimentação, meditação e exercícios especiais que vão recompor a energia e trazer paz interior e serenidade.
Você está convidado a se inscrever na PHARMACIA NATURAL DAS ESTAÇÕES de INVERNO e aprender mais sobre como se colocar em sintonia com esta estação tão importante.
Contate-nos também se desejar saber mais sobre as práticas do TAO DA CURA do Mestre MANTAK CHIA.
Bom inverno!

terça-feira, 30 de março de 2010

Musica das ex-feras 1

A musica é uma das mais sublimes expressões humanas. Ela já nos acompanha desde o útero com o som ritmico que ouvimos dentro da barriga da mãe. Quando nascemos ela estará presente de forma mais reconhecível através dos cantos, da música do rádio e dos aparelhos sonoros, do instrumento tocado por um familiar, ou então de forma menos perceptível atráves do ritmo irregular dos carros na rua, do som dos insetos, pássaros, dos miados dos gatos namorando a noite e dos cães que ladram para alguém que passa na rua.
A música nem sempre vai surgir de forma estruturada, melódica ou harmoniosa. Pra quem sabe ouvir, haverá música em todos os lugares.
Obviamente alguns sons serão mais ressonantes e outros mais dissonantes. Esta diferença é importante, pois começamos a estabelecer uma percepção estética da apreciação dos sons. De fato, quanto mais harmoniosos são os sons maior será a tendência de apreciá-los mais do que sons desagradáveis que chamamos de ruídos.
Os sons harmoniosos nos ajudam a recuperar nossas energias ao passo que os ruídos dissonantes tendo a nos trazer tensões e gera estresse.
A cidade produz muitos ruídos voluntária e involuntariamente.
A forma não-natural de vida que temos na cidade produz sua própria música. Ela é por vez dissonante e cacofônia e com isso aumenta nosso nível de estresse.
Por isso devemos tratar de sanar nosso organismo da massa sonora dissonante que somos expostos diariamente, pois sem perceber, vamos nos contraindo, tensionando e mutilando nossos sentidos diante das forças sonoras por vezes destrutivas das cidades.
O morador da cidade muitas vezes é retratado como mais individualista e autocentrado do que as pessoas que vivem no interior. Apesar deste estereótipo não ser hoje mais tão aceito observamos de fato um ritmo mais cadenciado na vida das pessoas de pequenas localidades ou mesmo da área rural.
Além das pressões sociais menores uma das razões para a maior tranquilidade da vida fora das grandes cidades é o contato mais próximo a natureza.
A natureza é uma natural produtora de sons de freqüência alfa. Estes sons nos induzem ao relaxamento mais profundo e permitem que descansemos mais e com isso aliviamos as tensões habituais da experiência de vida.
Então é essa música, muitas vezes não percebida, que é produzida pelo meio ambiente natural quem nos ajuda a reconectar com nosso interior e receber alívio.
Os sons alfa da natureza nos reconectam com este estado natural de tranquilidade. Uma tranquilidade que só as mães conseguem passar para seus filhos como aquele som único de dentro do útero da mãe.
Só que desta vez se tratam do som do útero gigante da Mãe Terra.
Quero convidar todos permitirem-se conhecer uma música maior que transcende as canções tocadas por instrumentos humanos, mas tocada pela sinfônica das cachoeiras, pelos pizzicatos da chuva e pelos sopros dos ventos.
Essa é a música das ex-feras.

Dica: Veja o filme Som do coração.
Dica 2: Compre, grave, peça emprestado um CD exclusivamente com sons da natureza. Desligue a TV uma hora mais cedo antes de dormir e coloque este som baixinho pra tocar em sua casa ou apenas em seu quarto. Prepare-se para uma boa noite de som reparador.

segunda-feira, 15 de março de 2010

O Chamado das Árvores 2010

Agora, no dia 06 de março, o LugarYIncomum teve o privilégio de receber Judy McAllister, da FundaÇão Findhorn, em Porto Alegre - para a edição de 2010 do workshop "O Chamado das Árvores"- você, sua casa e a cidade.
Judy visitou neste ano 3 capitais (Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre) pela campanha "Vamos plantar um milhão de árvores", criada pelo arq. Carlos Solano.
O evento que ocorreu no Jardim Botânico de Porto Alegre contou com o apoio da Fundação Zoobotânica, do Jardim Botânico e da Parceria Verde, que inclusive realizará a neutralização de carbono do evento ocorrido nas 3 capitais.
Judy veio da Escócia para falar do que foi denominou a "Segunda Ecologia".
A Primeira Ecologia, todos conhecem.
A Segunda Ecologia é a uma concepção divulgada mais recentemente onde existe a compreensão que para haver uma mudança no planeta deverá existir primeiramente uma transformação interna em cada um de nós.
Essa transformação é de fato uma tomada de consciência de que não estamos sós no planeta, e de que estamos, tudo e todos, interligados. Outras formas de vida mais sutis também co-habitam o espaço que convencionamos como "nosso" e estas se encontram desejosas de iniciar o que Judy chama de co-criação.
Esta co-criação é a sinergia dos esforços humanos com a consciência e os seres dos reinos vegetal, animal e mineral e dos regentes destes reinos.
As árvores são um dos representantes mais importantes na Segunda Ecologia, principalmente as árvores mais antigas. As árvores são a pele do planeta.
Estas tem uma função muito maior do que costumamos lhes atribuir através da visão da Primeira Ecologia (cobertura verde, fotossíntese, controle da temperatura do planeta, etc). As árvores são mestras das plantas mais jovens que necessitam desta influência para virem a se desenvolver com plenitude. De fato existem tarefas que somente uma árvore em seu estado de maturidade está em condições de realizar. Tal qual uma criança que não pode ainda realizar determinadas tarefas, as árvores mais jovens também não se encontram em condições de realizar determinadas funções que só a maturidade poderá permitir.
Assim, é urgente preservar os indivíduos mais velhos da comunidade de árvores do mundo. Isso é vital para que a informação necessária para a formação dos indivíduos jovens continue sendo transmitida e para que se preserve acomunicação vibracional do reino vegetal.
Judy nos ensinou o caminho para a conexão com as inteligências que regem o mundo vegetal, conhecidas como Devas. Os Devas são os arquitetos da natureza, pois mantém o código de constituição de cada espécie que existe no planeta.
Além do contato com os Devas das árvores, Judy ensinou como estabelecer uma conexão com a energia de nossas casas e também com os Devas das cidades.
Todos que tiveram o privilégio de participar do evento puderam compartilhar em primeira mão do entendimento de que não estamos de maneira nenhuma sós e que só depende de cada um começar hoje a participar de forma ativa na transformação e recuperação do planeta. Judy veio nos lembrar apenas que o caminho começa pelo universo interno de cada um. Confira detalhes das ações da campanha das árvores no site www.ummilhaodearvores.org.br

sábado, 13 de março de 2010

Outono

A mudança das estações é uma forma natural de alternância da energia no planeta.
Os ciclos conduzem à novas vibrações e permitem a transformação da matéria em energia e da energia em nova matéria.
O outono é nossa próxima estação e começa no dia 21 de março.
Segundo a tradição chinesa ele é representado pelo elemento Metal.
O elemento Metal está relacionado no corpo humano com os Pulmões, a Pele e o Intestino Grosso. Portanto neste período teremos excelentes condições para harmonizar qualquer um destes órgãos.
A cor do elemento Metal é o branco, mas também o cinza. Para energizar os órgãos do elemento metal usaremos o branco, mas para purificar usaremos o cinza como a representação das energias que precisam ser transformadas nos órgãos internos.
A virtude do Metal é a confiança, a fé e a coragem. A emoção a ser transformada é a melacolia e a tristeza.
Apesar de ser uma estação mais fria devemos evitar nos agasalhar excessivamente no outono.
A pele é um órgão que, se bem estimulado, tem capacidade de proteger nosso organismo de maneira muito eficiente.
Para que isso seja possível devemos deixar a pele aclimatar-se aos poucos as novas temperaturas evitando o excesso de roupas.
Quando não fazemos esta aclimatação de forma correta ficamos expostos na estação mais fria (inverno) e existirá uma tendência maior para desenvolver doenças relacionadas ao frio.
A pele precisa de estímulo para que exerça suas funções de proteção.
Senão ela pode vir a perder sua capacidade de controle térmico do corpo e nos deixar vulneráveis quando a estação mais fria chegar.
Os chineses acreditam que o corpo sempre está em busca do equilíbrio. Assim, quando estamos em uma estação mais quente devemos ingerir líquidos e alimentos quentes.
Ao chegarmos na estação fria devemos nos permitir ingerir alguns alimentos e líquidos mais frios. De fato isso vai na contramão de nossos hábitos.
A explicação dada pelos chineses é de que como o corpo está sempre buscando o equílibrio com o meio externo devemos sempre determinar a temperatura do que ingerimos de acordo com a temperatura externa.
No outono devemos começar a transição dos alimentos mais quentes para os mais amenos.
Continuaremos a falar sobre o outono nos próximos posts.

Saudações.

A idéia de se fazer um blog com o tema energia vem do entendimento que energia é a base de tudo que existe. Einstein já dizia que tudo (tudo mesmo!) é composto por energia. Então as intereações energéticas são o tópico mais importante para nossas vidas. Neste blog vamos tratar da saúde pessoal, da casa, das plantas, árvores e animais, dos aromas e das cores, da cidade e do planeta. Tudo que é importante para nossas vidas de forma plena, radiante e completa. A cada novo post vamos dar dicas de como cultivar, armazenar e circular a energia que está dentro e fora de você (não exatamente nessa ordem). Afinal tudo que é dentro é igual ao que é fora. Tudo que esáa acima é igual ao que está abaixo!
Fique com a gente e avise à todos. Vamos nos energizar!!!